A Coroa dos Anjos da Guarda

Li num livro, uma brincadeira com a coroa dos Anjos (o aro em cima da cabeça, que eu vou chamar de coroa).

Tempos mais tarde, senti que devia usar essa técnica, com algumas alterações, não como brincadeira, mas como algo sério: uma ajuda especial vinda dos Anjos da Guarda.

Actualmente, não estou a fazer, apesar de ter vontade de voltar a fazer, pois sinto-me mais madura, pois na altura que fazia, não sabia dar respostas ás pessoas que, durante esta técnica, viam ou sentiam coisas.

Em primeiro lugar, fazei o vosso altar. Como fazer? Sigam a vossa intuição.

Se quiserem fazer um altar com a colaboração do vosso Anjo da Guarda, basta à medida que estão a fazer, perguntar a Ele o que quer que seja colocado nesse altar. Dêem um tempo, silenciando vossa mente, e se tiverem vontade de fazer algo, então façam, pois será Ele a manifestar a Sua vontade.

Em relação ás velas, caso pretendem usar, perguntai também a Ele.

Por vezes vamos com a ideia fixa de acender determinada vela, mas quando vamos pegar nela, nossa atenção cai numa outra vela. Isso quer dizer, que Ele quer que acendem a outra vela, aquela que vocês não conseguem tirar os olhos!

Na altura, acendia sempre uma vela branca, à qual dedicava a Deus (na altura desconhecia a existência da nossa Presença Divina), e a segunda vela, variava, conforme a vontade, mas acendi muitas vezes a azul, por ter ouvido falar que era a cor dos Anjos e do Arcanjo Miguel.

O conceito “ser a cor dos Anjos”, actualmente sei que qualquer cor é a cor dos Anjos, se a Eles nós dedicamos determinada vela, com sentimentos vindos do nosso coração.

Também na altura, tinha uma bíblia aberta no salmo 91 (protecção Divina).

No entanto, estou a falar de alguns pormenores do meu altar, mas devem SEMPRE fazer o altar que sair do vosso coração, ou seja, aquele que vocês acham que devem fazer, com as componentes que acham que devem colocar.

Vosso altar está pronto? Tudo no lugar? Vamos seguir…

A partir daqui, farei como se estivesse a tratar de um caso verídico.

Já que referi atrás o Arcanjo Miguel, imaginamos que a pessoa que vai ser tratada (vou usar a palavra tratamento para este processo) com a coroa do seu Anjo da Guarda chama-se Miguel.

Na altura, não sabia porque, mas fazia sempre descalça e pedia à pessoa para descalçar.

Hoje sei, que o facto de estarmos descalços, é para termos ligação com a nossa Mãe Terra e para descarregar energias.

Nossos pés, no entanto, ficavam em cima de um “tapete” que eu improvisei, azul mar, de pêlo um pouco alto. (Nota, o tapete não é necessário nem é condição obrigatória para fazer este tratamento, até, a meu ver, seria muito mais vantajoso fazer ao ar livre, numa praia, num jardim, numa montanha….).

Ambos de pé, eu e o Miguel.

Eu sou a responsável pelo círculo de protecção que irei fazer, à minha volta e à volta do Miguel.

Assim, farei como fazia na altura e cada um acrescente o que o seu coração assim ditar.

Na altura desconhecia a existência dos Mestres e dos raios.

Sempre que fiz, esteva a ensinar à pessoa como se fazia, e sempre acreditei que todos, mas TODOS, podem fazer isto, basta haver verdadeira intenção As palavras para proteger o lugar, nunca foram decoradas. Simplesmente dizia o que vinha à mente, o que vinha ao coração (quando dava vontade de…), por isso, as palavras nunca eram iguais, mas os Seres que eu chamava eram sempre os mesmos, pois eram aqueles que eu conhecia sua existência como Seres de Luz.

Mentalmente imaginava um círculo à nossa volta de luz branca (nota, falei em cima que desconhecia os raio, façam conforme vossa intuição e conhecimento).

Dizia, em voz normal, pois tudo era feito em voz audível:

– “Chamo aqui dentro, deste círculo de Luz branca, meu Anjo da Guarda, a qual eu chamo de HAHAHEL e o Anjo da Guarda de Miguel.

Só estamos nós dentro deste círculo, eu, Miguel e nossos Anjos da Guarda.

Chamo Arcanjo Miguel para enviar Anjos para proteger este lugar.

Chamo Arcanjo Rafael, arcanjo da Cura, e todos os Anjos e Arcanjos para proteger este lugar.

Peço a Deus para proteger este lugar.

Dentro do círculo de protecção, ninguém mais entra.

Peço a todos os Seres de Luz que queiram vir ajudar a proteger deste lugar, a vossa ajuda.

Desde de já agradeço a todos.”

Após ter dito algo assim, muitas vezes dava vontade de rezar o salmo 91, ou dizer um Pai Nosso… ou outra oração vinha à minha mente e eu dizia.

Muitas vezes, iniciava a “construção” do círculo de protecção com o salmo 91, visualizava o círculo e à medida que o criava, rezava o salmo em voz audível.

Após o círculo estar devidamente protegido, eu fico à frente de Miguel (mesmo quando faço a protecção estou à frente de Miguel, eu de frente para o altar e Miguel de costas para o altar).

Digo a Miguel o que vai acontecer, ele deve ficar com os olhos fechados e quieto, de pé, com os braços caídos ao longo do corpo.

Digo-lhe, que o que vou dizer, pode não corresponder à verdade, mas é para que ele e eu ficarmos concentrados daquilo que está a passar ali.

Eu chego ao coração dele e digo, “no teu coração sai raiva e ódio” e ele pode não ter raiva nem ódio, mas isso não faz mal, acima de tudo, deve confiar naquilo que a coroa está a fazer nele, pois as minhas palavras podem ou não dizer a verdade dos factos. Falo, somente, para mantermos concentrados no que está a passar e manter a atenção para aquele momento!

Aqui pede-se ao meu Anjo da Guarda para ficar no meu lado esquerdo e ao Anjo da Guarda de Miguel para ficar no lado esquerdo de Miguel.

Eu sempre acreditei que é no lado esquerdo que se encontra o nosso Anjo da Guarda, no entanto, se algum de vocês acha que Ele está no seu lado direito, façam-no virados para o lado direito.

– “Peço ao meu Anjo da Guarda para guiar minhas mãos, colocar as palavras na minha boca, pegar na coroa, se assim achar. Que Ele ajude neste processo, activamente.”

Ao fazer isto, estamos a dar permissão, caso Ele ache necessário, mover minhas mãos como achar que deve move-las, sair palavras na minha boca, importantes para determinado lugar onde a coroa vai actuar… enfim, ter uma parte activa neste processo.

Então, pergunto ao Miguel como é que ele normalmente chama o seu Anjo da Guarda.

Se ele chama de Maria… será Maria que eu vou dirigir a esse Anjo. Se ele não lhe chama por nenhum nome, basta dirigirmos a Ele somente como Anjo da Guarda de Miguel, é suficiente!

Se no fim, quando entregarmos a coroa ao Anjo esquecermos do seu nome, não interessa, basta referir a Ele como Anjo da Guarda de Miguel.

Após eu saber como Miguel chama o seu Anjo da Guarda, Miguel fecha os olhos e mantêm eles fechados até ao final do processo.

Viro-me para o lado esquerdo de Miguel e digo algo assim:

– “Anjo da Guarda de Miguel (ou Maria, se esse for seu nome), peço-te para colocares nas minhas mãos, uma coroa de energia, que Miguel mais precisa para fazer uma limpeza/uma protecção/ para o ajudar/ para aquilo que Tu achares que é necessário para Miguel!”

Se a pessoa quer uma coroa específica para tratar de algum problema, terei que dizer ao Anjo para colocar uma coroa, para tratar do problema de garganta de Miguel, ou para abrir caminhos… o que quer que seja.

No entanto aconselho, que peçam uma coroa sem pedir o motivo. Confiai, Ele sabe bem melhor do que “o paciente” e do que nós, o que ele realmente precisa.

Então, eu fecho os olhos e estendo as mãos abertas esperando que coloquem uma coroa nas minhas mãos.

Aguardo até que algo me diga que a coroa está nas minhas mãos.

Confiai, ela é colocada nas vossas mãos. O primeiro caso que tive, foi a própria pessoa que viu e disse “já tens”.

Noutros casos, sentia um peso ligeiro nas mãos, uma energia circular, um volume nas mãos ou sentia alguém dizer “já tens”, de uma forma que não era voz, nem eu a pensar ou mesmo imaginação (era mesmo Ele a dizer!)

Após a confirmação da existência da coroa em minhas mãos, agradeço ao Anjo da Guarda de Miguel, faço uma pequena vénia com a cabeça e pego na coroa, abrindo agora meus olhos (os olhos de Miguel mantém-se fechados), para poder realizar esse trabalho.

Sempre falo em voz audível, para que Miguel possa saber o que está a acontecer, ou seja, onde se encontra a coroa.

Digo:

– “Miguel, a coroa está agora em cima da tua cabeça” (e aí coloco a coroa em cima da sua cabeça. Tudo o que digo, estou de facto a fazer, para concentrar a atenção de Miguel para esse ponto).

– “Ela não toca a tu cabeça. Está a enviar uma luz branca que entra por cima da tua cabeça” (na altura, desconhecia os chacras e seus nomes. No entanto, nem todas as pessoas os conhecem. A nossa linguagem tem que ser acessível a todas as pessoas. Se falarmos em chacra coronário, a pessoa pode não saber o que é isso e onde fica, assim falamos na cabeça, testa, garganta, todo o mundo sabe o que é. Para além disso, se dissermos chacra coronário e se a pessoa não souber o que é, pode ter receios, medos ou desviar a sua atenção para o acontecimento e estar a tentar descobrir o que quer dizer essa palavra, desviando assim sua atenção para o processo!)

– “A luz entra pela tua cabeça e está a preencher todo o teu corpo, todas as tuas células. Estás cheio de luz.

Agora a coroa vai descer muito lentamente… já toca a tua cabeça… agora parou na tua testa.

Está a enviar Luz, para a tua cabeça, está a tirar todos os teus maus pensamentos, todos os teus preconceitos, todas as tuas más intenções, todas as energias dissonantes, ……

Agora ela está a encher a tua cabeça de coisas boas… pensamentos positivos, muita luz, boas ideias, está a curar tuas células, ….

Agora ela desce, está nos teus olhos…. Está a fazer….” (aqui para baixo digam o que vai no vosso coração, o que vier, confiai sempre, independentemente do que vocês digam, as vossas palavras é somente para manter a atenção de Miguel no que estão a fazer e vossa intenção é segurar a coroa para que ela possa fazer o seu trabalho).

Geralmente parava:

No cima da cabeça, sem a tocar (sempre e obrigatoriamente)

Na cabeça,

Na testa,

Nos olhos,

Na boca,

Na garganta (sair sempre boas palavras)

No coração (sempre e obrigatoriamente)

No pés (sempre e obrigatoriamente, dando a indicação clara, após a paragem da coroa, que ela ia subir lentamente).

Chamo a vossa atenção quando a coroa, chega à garganta e tem que passar pelos ombros para descer.

È necessário, alargar a coroa, lentamente, até estar suficientemente larga a ponto de passar pelos ombros. Para isso, afastai as mãos lentamente até a coroa ter o tamanho suficiente para passar pelos seus ombros.

Quando estiverem a fazer isso, informem Miguel, do que está a acontecer:

– “Miguel, a coroa está na tua garganta, agora ela está alargando para poder passar nos teus ombros… está alargando muito lentamente… continua a alargar muito lentamente…. Já está larga e já pode passar. Agora desce lentamente….”

Tudo o que fizerem é dito em voz audível, para que Miguel esteja a par de tudo.

Miguel deve fazer também um esforço (creio que não é grande) para estar com atenção ao que se está a passar.

Durante toda a passagem da coroa no corpo de Miguel, pois ele fica dentro da coroa, ou seja, a coroa o circunda, devesse sempre falar, para que ele não se distraia com pensamentos que nada tem a ver com este processo.

Mesmo que a coroa não esteja parada, deve-se dizer sempre onde é que a coroa se encontra, ou seja, em que parte do seu corpo, ela está.

Por exemplo: quando estiver a passar pelas pernas, dizer:

– “A coroa encontra-se nas tuas pernas e está a descer muito lentamente. Ela está a emitir luz, para retirar todas as energias negativas. Ela coloca Luz Divina para guiar teus passos!”

A coroa mesmo que não pára, está a retirar energias e a colocar energias, só pára em pontos que achamos de facto importantes!

A não esquecer, a coroa vai até aos pés e depois sobe lentamente.

Quando a coroa chega aos ombros, temos que voltar a colocar na posição original:

– “Miguel, agora a coroa está na zona dos teus ombros. Está agora a encolher e a voltar à posição original” (encolher lentamente a coroa, juntando as mãos colocando mais ou menos na posição original, sem importar, no final, se está na mesma posição ou se está mais largo ou mais estreita).

– “Miguel, agora a coroa vai subir e pára na tua boca…”

Quando a coroa chega ao topo da cabeça, sem o tocar, pára de novo, e volta a enviar energia para dentro de Miguel, enchendo-o completamente de luz.

No final, diz-se ao Miguel que a coroa vai ser dada ao seu Anjo da Guarda.

Voltem as vossas mãos, bem devagar e com cuidado, pois afinal há uma coroa nas vossas mãos, uma coroa que tens que dar a quem vos deu, com o máximo de respeito por ela. Cuidem bem dela.

Virem as vossas mãos para o vosso lado direito (esquerdo de Miguel) se é esse o lado que acham que seu Anjo está, e digam algo do género.

– “Agradeço-te Anjo da Guarda de Miguel” (ou o nome dele, caso Miguel chama por um determinado nome, ou se vocês esquecerem, chamem somente por Anjo da Guarda de Miguel), “por ter dado uma coroa para ajudar Miguel. Agradeço ao meu Anjo da Guarda, aqui presente, por me ter orientado neste processo.”

Abram um pouco as mãos, para que a coroa possa ser retirada delas. Podem, inclusivamente sentir algo nesse momento, mas deixem o processo desenrolar normalmente, sem esperar nada!

Nesta altura, ainda dentro do círculo, sentamo-nos no chão, e falamos o que aconteceu.

Miguel pode ter tido ou não “visões”, sensações, que queira compartilhar.

Não esqueceis que ainda está o círculo a proteger, e dentro dele só estão Miguel, eu e os nossos Anjos da Guarda.

Poderei ter tido sensações, visões, o que quer que seja, que devo (a meu ver) dizer a Miguel.

Como soube que a coroa estava nas minhas mãos, é algo que deve ser dito (a meu ver).

Após falarmos o que queríamos, voltamos a levantar, ele à minha frente, na mesma posição que ocupava aquando do tratamento.

Nesta altura e antes de terminar tudo, faço os meus agradecimentos.

– “Agradeço ao Anjo da Guarda de Miguel pela ajuda e pela coroa, ao meu Anjo da Guarda, por me ter ajudado neste processo.

Agradeço ao Arcanjo Miguel e sua Legião de Anjos, ao Arcanjo Rafael e todos os Anjos e Arcanjos e Seres de Luz que estiveram aqui a proteger este lugar. Agradeço a Deus pela protecção.

Peço, no entanto, que esta protecção esteja sempre connosco para o resto das nossas vidas. Amem.”

Posso aqui voltar a rezar o salmo 91 para abrir o círculo de protecção ou o que quer que seja.., tudo o que vem do coração é valido.

Quantas vezes ao dia podemos fazer este tratamento?

Na altura, sabia que não devia fazer várias vezes no mesmo dia este “tratamento”, porque podia haver algum tipo de “desgastes” energético do meu Anjo da Guarda.

Sentia, que o ideal seria fazer uma vez ao dia.

Esta expressão de “desgaste energético”, eram palavras que eu na altura podia entender.

Se me fosse dito algo mais sofisticado, uma verdade “mais verdadeira”, eu não teria amadurecimento espiritual para entender. O que me ensinavam era dito com palavras que eu pudesse entender.

Por isso, há um impedimento real para não fazer este processo várias vezes ao dia, o qual “justificaram” como “desgaste de energia”

Posso cobrar pelo tratamento?

Muito claramente NÃO!

Disseram-me, claramente, que não podia levar dinheiro por este trabalho.

O trabalho não era meu, era dos Anjos (mais precisamente do Meu e do Anjo que dá a coroa).

Era para mim uma honra pegar na coroa.

Disseram, claramente, que <span>“caso levasse dinheiro, na próxima vez, poderia não ser um Anjo a dar a coroa” </span>(e bastou-me isto para alertar ás pessoas que ensinei, para não cobrarem nada)

Uso da Coroa à distancia

Fiz este tipo de tratamento com duas amigas minhas à distância.

Neste caso, sempre fiz com hora marcada, com consentimento da pessoa, e pedia à pessoa para estar em meditação ou em estado receptivo (parada) para que esse processo pudesse acontecer de facto.

No final, ligava para a pessoa, para o celular (telemóvel) e desligava (era esse o sinal combinado de como tinha terminado o tratamento)

Quando uma de nós não podia estar na hora marcada, informava a outra, obrigatoriamente.

Tem que haver consciência do que está a acontecer por ambas as partes, e tudo deve ser esclarecido para que a pessoa saiba que o mérito da coroa não está em nós, mas sim no seu Anjo da Guarda.

Quando fazia a protecção do lugar onde eu estava, fazia com intenção, e dizia-o claramente, que também era para proteger o lugar onde…. Miguel se encontra nesse momento.

Fazia tudo como se tratasse de um tratamento em presença, “visualizava” ou imaginava a pessoa à minha frente… e tudo era igual ao que se faz em presença, como por exemplo, dizer, que a coroa está na cabeça e envia luz para dentro do corpo dessa pessoa…. Que está a alargar nos ombros… tudo era feito como se tratasse de um tratamento em presença, apesar de ser à distância.

No final não sentava no chão para falar, mas sim, abria o círculo de protecção, após ter agradecido a todos os presentes.

Uso da coroa de um Arcanjo

Fiz também, algumas vezes, o “tratamento” pedindo a presença de um Arcanjo dentro do círculo.

Por exemplo, fiz com o Arcanjo Uriel.

Neste caso, dentro do círculo encontra-se 5 (cinco) seres, eu, Miguel, meu Anjo da Guarda, Anjo da Guarda de Miguel e Arcanjo Uriel.

Tudo é feito de igual maneira, mas o Anjo da Guarda de Miguel, passa a ter um outro papel neste tratamento, Ele ajuda na utilização da coroa de Uriel.

Uma das vezes, tive a percepção que alguém segurava a coroa do outro lado da pessoa em causa, ou seja, eu estava à frente da pessoa e alguém segurava a coroa atrás da pessoa a ser tratada.

Creio que neste caso, seria o Anjo da Guarda da pessoa a ser tratada.

O caso de Uriel, quando pegava na coroa (saltando pormenores) veio à mente o salmo 91, só que eu não me recordava de salmo todo.

Assim, dei-me conta, que Ele queria que eu fizesse o tratamento rezando o salmo 91 (a parte que me lembrava!)

Se formos somente dois no circulo?

Sim, é possível sermos somente dois dentro do círculo de protecção, tu e o teu Anjo da Guarda.

A primeira vez que fiz, foi exactamente assim, e fiz como o meu coração mandava.

Eu mesma tentava visualizar a coroa, e para tal, dizia a mim mesma… agora a coroa está na minha testa… está a tirar…. Está a colocar… agora vai descer….

Quem faz o círculo, és tu, quem diz onde está a coroa (usando somente a voz da mente), és tu.

Tu não pegas na coroa, quem pega é o teu Anjo da Guarda.

Uso da coroa sentado.

Pode a pessoa a ser tratada estar sentada numa cadeira?

Sim, não há inconveniente. Mas, sempre que possa estar de pé, é preferível, pois creio que a energia circula mais facilmente e mais livremente.

Aqui está como usar a coroa dos Anjos.

Em honra de todos os Anjos da Guarda, de um modo especial do Meu, dos Arcanjos e todos os Seres de Luz, isto foi escrito.

Quem usar esta técnica, fazei sem medos e sem receio. O que estiver no vosso coração será manifestado.

Se está Luz e Amor, será Luz e Amor que vai manifestar-se.

Se fizerem com bons sentimentos e boa intenção, terão bons resultados.

Caso aconteça algo que não saibam o que significa, simplesmente confiai.

Uma das vezes, a pessoa via luzes azuis de várias tonalidades à volta dela, mais precisamente na zona das pernas.

Na altura só sabia que azul era Anjos e Arcanjo Miguel e nada mais.

Pensei que era sinal que seu Anjo iria orientar seus passos (visto a luz se situar somente nas pernas), mas nada sabia sobre o azul.

Hoje, tenho a percepção clara do que aconteceu.

Seu Anjo da Guarda estava somente a dar força e coragem, para mudar o rumo da sua vida e que de facto isso veio a acontecer!

Nota final: Hoje, 29/04/2004, quando fazia as minhas orações matinais, sem querer, entrei em profunda meditação. Pensei: Meu Anjo quer-me falar e perguntei o que queria.

Segundos mais tarde, veio à minha mente este texto que já se encontrava escrito, e veio à minha mente a seguinte informação: “as coisas simples vêm do coração. Por isso, não compliquem!”

Está claro o que está escrito. Simplificação total para contactar com o vosso Anjo da Guarda. Não é preciso grandes rituais, grande “algazarra”! Simplificação!

Que todos sejamos envolvidos e abraçados na Luz

Fada Feliz, espalhando felicidade

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Uma resposta a A Coroa dos Anjos da Guarda

  1. ionicegorete@gmail.com diz:

    Bacana! Vou passar ha praticar, pois amo esses rituais.Obs: também tenho um altar na minha cozinha. Obrigada,por compartilhar conosco. Beijos!

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