Iniciação e história da Fada Feliz – 2ª parte

 

3 De Julho de 2010

Eu sonhei que ia ao parque buscar minha vara de fada

Falei com o meu marido e fomos de facto

Eram umas 17 horas, dia quente com sol de verão.

Passeamos pelo parque e falamos de várias coisas

Nota: quando entro no parque peço autorização aos seres de luz que lá habitam e desta vez eu disse que vinha buscar a minha vara de fada, independentemente se ela era física ou espiritual.

Metemos por um caminho secundário, que eu não sabia onde dava deu á estrada do parque

Continuamos a subir e damos conta que íamos para o meu lugar “mágico do parque” onde tem um eucalipto muito grande, velho e muito grosso, mais árvores, uma pedra onde já meditei, á frente de uma das árvores, e uma mesa redonda com bancos á volta feita de cimento.

Quando caminhávamos em direcção a esse lugar após termos localizado onde estávamos, meu marido apontou para um pedaço de tronco no chão e disse: “olha ai a tua vara”

Eu peguei nela e ele disse, “pode não ser a tua vara”… mas mesmo assim eu fiquei com ela

Entramos no recinto, meditei e abri as mãos dizendo que vinha buscar a minha vara independentemente se ela era física ou espiritual

Estava um dia de verão com sol muito quente…..

Sem mais nem menos, escutei um trovão de longe e perguntei ao meu marido se era trovão ou foguetes de alguma festa, mas ele não tinha ouvido

Deu um mais forte e mais perto, apesar de muito distante que ele também ouviu.

O céu escureceu rapidamente…. o vento começou a soprar sem mais nem menos.

As árvores sacudiam folhas secas para o chão e pedaços de troncos e sujidades.

Eu disse: esta chuva é uma bênção e eu aceito e recebo-a

Continuava o vento… as coisas a cair das árvores…. e me deu vontade de abrir os braços para receber as bênçãos…..

Andava de um lado para o outro á volta da mesa, com os braços abertos… e pensava… “recebo e aceito todas estas bênção”

Também chuviscou um pouco… e muito suavemente… e eu adorei esse momento

Meu marido, disse que a vara podia cair de alguma árvore naquele momento com o vento e que eu tomasse atenção

Ele via pedaços de troncos a cair… eu só via as folhas e as bolotas, não sei se é assim o nome, do eucalipto a cair…..

Resolvi subir para cima da mesa de braços abertos… a receber toda aquela magia do momento….. olhava para o céu por entre árvores… e para as árvores

Olhei para o eucalipto, que em tempos sonhei que lá tinha uma porta de passagem para outra dimensão e um ser de branco e cabelo e barba comprida e branca, tipo Merlin, a mostrar a porta…

Reparei que entre os troncos laterais tinha uma pequena árvore que nascia do eucalipto, que eu pensei ser de outra espécie (mas eram folhas novas de eucalipto que dava a ideia ser de arvore de outra espécie).

Comentei isso com o meu marido, mas de onde ele estava ele não via

Fiquei admirada como podia nascer ali uma árvore no tronco de outra? (só que era da mesma espécie, só que era nova).

Desci da mesa e resolvi ver a nova árvore desde da parte de trás do eucalipto

A árvore fica localizada numa pequena rampa, com terra e pedras soltas e raízes de árvores.

Subi pela direita para ver a árvore de trás

Quando estava atrás, olhei para a nova árvore.

Ao olhar reparei, admirada que havia um tronco de uma árvore, muito fino, agarrada nas lascas do tronco do eucalipto.

Era a minha vara!!!!!

Chamei meu marido para ver… a minha vara estava ali guardada para mim

Ele subiu pelo outro lado do eucalipto e viu a vara e eu peguei nela.

Reparei que havia outra na mesma situação, mais pequena um pouco distante, e também peguei nela…. desci pelo lado oposto do eucalipto

Fiquei contente por ter a minha vara, que não é direita é curvilínea.

Meu marido disse ela tem o feitio da minha coluna

Pegou nela e colocou nas minhas costas e disse que era bem parecida com a curvatura da minha coluna (interessante isso, pois os chacras principais ficam ao longo e nos topos da coluna e é ai que circula mais energia)

Voltei a subir em cima da mesa… ainda havia vento e chuvisco e a chuva de coisas a cair das árvores

Na mão direita, a minha vara, na outra outras possíveis varas… ao som do vento, das chuvas de coisas… e pequenos chuvisco…. recebendo as energias.. as bênção… tudo de bom daquele momento…..

Entretanto eram 19 horas e tive que vir embora…

Nessa altura o tempo tinha acalmado… parou o vento… os chuvisco… só o céu estava ainda meio escuro

Como levávamos biscoitos e o meu marido gosta de dar aos seres de luz coisas quando está a comer… peguei num pedaço, eu comecei a esmiuçar um pedaço de biscoito e a deitar para tudo quando era lado… a dizer… dou ás fadas, aos seres de luz do parque

Certa altura fiquei atrás dele e deu-me vontade de enviar esses pedaços esmiuçados por de cima da cabeça dele, e disse; prosperidade

Gostei da sensação… voltei a fazer e disse paz…. e voltei a fazer e disse amor Víamos embora e a poucos metros do lugar, ficou de novo sol e calor como antes do acontecimento

Vinha a descer o parque e movia a varinha… dava vontade de fazer assim… ela girava dando voltas… e farinha movimentar o ar como um vórtice …. era assim que via, devido a curvatura dela…. e pensava, prosperidade, paz, amor

Ia a repetir essas palavras… ate que reparei disso e comentei com o meu marido.

Continuei a descer o parque, movimentando assim a varinha e repetindo as três palavras: prosperidade, paz e amor

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