Facilitando a mudança de suas crenças

 

Facilitando a mudança de suas crenças

Quando nós vivenciamos uma realidade indesejável, temos que voltar atrás e nos perguntar:

"Em que eu tive que acreditar para criar essa Realidade?"

Uma vez que nós, então, entramos em contacto com esta crença que está criando o resultado indesejado, nós podemos decidir e escolher nossa crença preferida (ou criar uma) pois gostaríamos de SUBSTITUIR esta crença  por uma outra.

Assim, então, nós adoptamos esta nova crença preferida. Ah… mas é aqui que a coisa se "complica". Quase sempre, as pessoas se pegam "voltando de mansinho" para a antiga crença indesejada.

Por quê?

Normalmente, porque elas têm um senso profundamente arraigado (aquele sentimento de pé no chão) de que, de alguma forma, a crença antiga é "mais real", "mais sólida", mais "como as coisas realmente são", do que a nova crença preferida.

Assim, como nós podemos fazer a nova crença preferida se "firmar"?

O fator crítico é este: Acostumando-se à idéia de que não há realidade, a não ser a realidade que você define (de acordo com suas crenças). Acostumando-se à idéia de que não há realidade, a não ser o que você define que seja sua realidade. Acostumando-se à idéia de que não há "realidade básica" que seja "mais real" do que qualquer outra realidade.

Acostumando-se à idéia de que não há uma "realidade básica" que possa servir de comparação para você poder avaliar e julgar o quanto  é  "real"  a  sua nova crença.

A verdade de fato é que não há uma "realidade inerente".

Existem apenas as realidades geradas por qualquer crença e todas elas são igualmente válidas, igualmente reais.  Acostumando-se à idéia de que não há uma única definição de realidade que seja mais real ou válida do que qualquer outra definição. Existem apenas as realidades geradas por qualquer crença e todas elas são igualmente válidas, igualmente reais. É como começar uma pintura. É uma tela vazia com infinitas possibilidades.  "Vazia" porque NÃO há uma "realidade real inerente" ! ! ! "Infinitas possibilidades" porque a realidade pode ser QUALQUER COISA que você estabelecer que ela seja, de acordo com suas definições, suas crenças.

Quando isto realmente se "entranha", quando você sinceramente "apreende", "absorve" e compreende que não há realidade "real", você não terá mais aquele sentimento arrastado de que a antiga crença é mais "real" do que sua nova crença preferida. Desse modo, você não sentirá a "necessidade" arraigada de voltar para a antiga crença, porque ela de algum modo representa mais "o seu (novo) mundo real". Você pode, então, facilmente aceitar e adotar quaisquer definições de realidade que mais se alinhe com o "você" que você prefere, e que mais se alinhe com a "realidade" que você prefere vivenciar.

E se você se pegar, uma vez mais "voltando de mansinho" para as definições prévias de realidade indesejável, então simplesmente se sente e passe mais tempo contemplando estas idéias:

Não há realidade "básica" que seja "mais real" do que qualquer outra realidade.

Existem apenas as realidades geradas por qualquer crença. Todas as crenças são igualmente válidas, igualmente reais. Então, ao perceber que sua nova crença preferida é simplesmente tão válida, e simplesmente tão "real", quanto a sua antiga crença indesejada, apenas escolha facilmente adotar sua nova crença desejada.

Bashar – Tradução para o português: Inês Fernandes/05

http://www.freewebs.com/vidafacil/index.htm

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